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Mostrando postagens de Julho, 2018

Produção de TCCS GRUPAL

  COMPOSIÇÃO DAS BANCAS DE TCC. CAU.UAEC.CTRN.UFCG ORIENTANDOS PROFESSORA DRA. ALCILIA AFONSO. KAKI ALUNA DIA HORA LOCAL AREA MEMBRO INTERNO MEMBRO EXTERNO CONTATO 01 IGOR MICHEL  7 de agosto 8h Auditório do CERTBIO. Patrimônio arquitetônico Kainara dos Anjos Lizia Agra/UNIPÊ liziaagra@gmail.com 83 988935912 02 MARJORIE GARCIA 7 de agosto 9h Auditório do CERTBIO. Patrimônio arquitetônico Kainara dos Anjos Raphael Albuquerque dos Santos raphael@albuquerquearq.com 83 91465995 03 JADE FELIZOLA 7 de agosto 10h Auditório do CERTBIO. Patrimônio arquitetônico Kainara dos Anjos Giovanna Aquino giovannaaquino@ig.com.br 83 9987710691

Programação das Bancas de Trabalho de conclusão de curso. Arquitetura e Urbanismo. Produção GRUPAL_UFCG

A antiga Vila operária da Fábrica CIPER em 2018.

Texto: Dra. Alcilia Afonso. CAU_UFCG Fotos: Dra. Alcilia Afonso. CAU_UFCG A Companhia Industrial de Pernambuco/CIPER criou, junto com a fábrica, uma das primeiras vilas operárias da América Latina. Através de coleta de informações, teve-se acesso aos resultados de pesquisa coordenada pela professora Maria da Graça Ataíde Almeida, realizada pela UFRPE (2013), que mostrou a profunda imbricação entre o empresário Carlos Menezes, a Igreja e o Estado na consolidação da fábrica de Camaragibe. Segundo pesquisas,  Carlos Alberto de Menezes, primeiro diretor da fábrica, inscreveu no estatuto da companhia princípios de cunho cristão que conferiam benefícios aos operários, estimulou a vinda de religiosos para preparar trabalhadores para a indústria têxtil (e fundar o Colégio Salesiano no Recife), e promoveu a criação da Corporação Operária de Camaragibe. Da organização operária iniciada na fábrica de Camaragibe surgiria a primeira legislação sindical urbana do Brasil, o decreto 1.63

COMPLEXO INDUSTRIAL CIPER: DE FÁBRICA A BAIRRO PLANEJADO.

A pesquisadora e arquiteta Dra. Alcilia Afonso/CAU/UFCG, coordenadora do grupo de pesquisa Arquitetura e Lugar/GRUPAL vem desenvolvendo pesquisa sobre o patrimônio industrial nordestino, e neste caso especifico, tratou de investigar sobre o complexo industrial têxtil da fábrica da Companhia Industrial de Pernambuco /CIPER. Em seu último artigo enviado às Jornadas internacionais sobre patrimônio industrial,  teve como objeto de estudo uma reflexão sobre a transformação urbana sofrida em uma antiga área de vinte e seis hectares que pertencia a um complexo industrial têxtil da fábrica da Companhia Industrial de Pernambuco (CIPER), que teve início em 1892, nas terras do antigo Engenho de Camaragibe, então território do município de São Lourenço da Mata, e que pertence nos dias de hoje, ao município de Camaragibe, Pernambuco. Atualmente, está sendo desenvolvido um arrojado projeto intitulado “Reserva Camará Complexo Multiuso ”- um grande complexo residencial e comercial, composto